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DREAMS

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18 de nov de 2011 / 00:54
- Alô, Ju, tudo bem?
- Oi, Estou ótima, Fê! E você?
Enquanto falavam ao telefone, Juliana e Fernanda jamais poderiam imaginar que a semana delas na escola ia ser tão pesada.
Juliana era simplesmente a garota mais cobiçada da escola e era a melhor amiga da Fernanda, que por sua vez era a Bissexual mais fantástica daquele lugar. As duas juntas causavam muita inveja e muitos olhares tortos em suas direções.
Havia boatos de que Ju e Fê tinham um casam mas, quer saber? Elas nem ligavam, porque sabiam a verdadeira razão de estarem sempre juntas.
Certo dia, Fê chegou na escola e percebeu uma certa aglomeração em frente ao mural principal da escola, aproximou-se e viu uma coisa que achou absurda: Uma montagem muito mal feita dela com a Ju se beijando, na boca.
Assim que Ju viu a tal foto ficou arrasado, pois sempre se preocupou com sua "fama" na escola e com o que os outros pensavam a seu respeito.
As duas até chegaram a discutir e ficaram duas semanas longe uma da outra. Já tinham se resolvido, mas acharam melhor se afastarem um pouco, pra amenizar a situação.
Na Segunda-feira, duas semanas após o acontecido, apareceu mais uma coisa no mural, mas agora eram só letras recortadas de um jornal e montadas em forma de frase.. :
"Agora o casal do ano está brigado! Ju, volta pra Fê, poxa!"
As duas amigas ficaram perplexas e, depois de uma conversa longa e muito séria, planejaram algo..
No dia seguinte, Ju e Fê se posicionaram em frente ao mural e deram um selinho na frente de todos. Saíram dali de mão dadas e deixaram todos de boca aberta. Estavam fingindo, é claro! Esse foi só um "Cala a boca" que elas pensaram que daria certo, e deu .
2 meses depois, Juliana passeava com seu novo namorado, o David e a Fê, com sua namorada, Patty . Mias uma vez foram vítimas de comentários mas, dessa vez, positivos. Todos "aplaudiram" a atitude das duas se não ligarem pro que estavam dizendo e apenas viverem a vida delas.


Moral: Não se deve deixar levar pelo que dizem, NUNCA! Usei esse caso porque é muito comum a menina mais popular da escola sofrer esse tipo de agressão, melhores amigas também e, as bissexuais? Não preciso nem falar né?
Gente. ACORDA, a vida é uma só e é pra ser vivida com máxima intensidade!

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Uma dose de esperança. 19 de out de 2011 / 20:24

Eram duas e meia da manhã e Sophia – uma linda garota de 16 anos, cabelos ruivos, olhos extremamente verdes e pele branca – se encontrava sentada no sofá de sua casa tentando assistir a um filme que passava na televisão. Por mais que quisesse e esforçar-se para se concentrar, Sophia não conseguia prestar a menor atenção no que estava assistindo. Sequer sabia o nome do filme e tampouco se importava. A única coisa que Sophia conseguia fazer era chorar. Aguente firme, ele não presta. Não chore por causa de um garoto idiota. Dizia para si mesma, repetindo várias e várias vezes em sua mente.

Ficar acordada naquela situação era a maior tortura que ela poderia sofrer. Entretanto, a pobre e frágil menina não conseguia dormir. Era só fechar os olhos e aquela imagem invadia sua mente: Felipe, seu até então namorado perfeito, beijando Karina, sua até então melhor amiga. Já havia se passado dois meses e meio desde que vira a tal cena do beijo. Seu primeiro amor, Felipe, a havia trocado pela suposta melhor amiga. Uma facada em seu coração. E para piorar sua situação, seus pais estavam com crise no casamento, dormindo em quartos separados e cogitando a possibilidade de divórcio.

Sophia não conseguia acreditar. Ou talvez conseguisse, só não quisesse aceitar. Não sabia o que pensar, não sabia o que sentir: dor, raiva, desespero, tristeza... Tantos sentimentos misturados, que davam a ela uma espécie de frenesi. Sophia arregalou os olhos e parou de chorar, como se tivesse tido uma ideia. Andou até a cozinha e pegou uma faca. Ficou ali parada por alguns segundos, olhando fixamente para o objeto cortante que estava em sua mão. Olhou para os lados, certificando-se que nem sua mãe e nem seu pai haviam acordado. Aproximou a faca de seus pulsos. Afastou. Aproximou novamente e mais uma vez a afastou. Passou pela sala correndo para o lado de fora da casa. Lá fora chovia forte, ventos mais fortes ainda a faziam estremecer de frio. Começou a caminhar pela chuva, escondendo as lágrimas com as gotas de chuva que molhavam seu rosto.

- Sophia! – ouviu uma voz atrás de si. Virou-se e se deparou com Lucas – um garoto bonito, cabelos castanho-escuros e olhos acinzentados –, seu melhor amigo. O único que a apoiou e a ajudou durante os dois meses mais difíceis de sua vida.

- O que... O que você está fazendo aqui? – disse ela surpresa e entre soluços.

- Eu estava com um pressentimento ruim, e senti que você estava precisando de mim. – ele baixou a cabeça por alguns segundos e depois a olhou, espantado – O que você está fazendo com essa faca na mão?

Sophia baixou a cabeça e chorou ainda mais. Por medo, vergonha, raiva... não sabia ao certo, apenas chorava. Lucas estava olhando-a com os olhos arregalados.

- Sophia, não me diga que... – ela o fitou, um calor subindo em seu rosto – Ah droga! – Lucas correu para perto de Sophia, verificando se havia algum machucado – Você não se cortou, não é? Está tudo bem? Está machucada?

- Não, eu... Eu não me cortei. – ela o abraçou, ainda soluçando – Mas eu queria, queria muito.

Lucas a envolveu em seu abraço protetor, tentando acalmá-la.

- Ainda bem que não o fez. Sophia, eu sei que parece que isso é fim do mundo, mas não é. Você já enfrentou momentos difíceis antes e tenho certeza que vai superar esse também. Apenas continue sendo forte. Eu estou aqui com você, sempre estarei, quando você precisar de mim, eu estarei aqui. Muita gente te ama, minha pequena. Imagina como seus pais se sentiriam se encontrassem seu corpo pálido, gelado... Completamente sem vida? E os seus amigos, o que iriam sentir? Seus primos, tios e tias? Como eu ia me sentir sem você aqui? Todas as pessoas que você ama, você só as faria sofrer se tirasse sua vida. Você é linda e é única. Não se deixe abalar por esses problemas. Não encare seus problemas sozinha. Você tem a mim e a seus amigos. Tem a sua família que te ama mais do que tudo e todos. Nós iremos te ajudar. Não desista. Nunca. Acredite, as coisas vão melhorar.

- Como você sabe? Como pode ter tanta certeza? – Sophia levantou a cabeça e olhou dentro dos olhos de Lucas.

- Eu não sei como, mas sei que vão melhorar. Tenha fé. Agora venha, vou te levar até em casa, se continuarmos aqui nessa chuva, ficaremos doentes.

-x-

Dez anos haviam se passado. Os pais de Sophia conseguiram superar sua crise no casamento algumas semanas depois daquela noite. Sophia, por sua vez, casou-se com Lucas e tiveram uma linda menina de cabelos ruivos, igual à mãe, e olhos acinzentados, como os do pai. Eles a batizaram de Lívia, em homenagem a mãe de Lucas, que morrera à alguns anos. Todos estavam felizes e todas as noites, ao se deitar, Sophia agradecia em pensamento a Lucas. Afinal, se não fosse por ele, ela não estaria ali, casada, e tampouco teria descoberto a magia de ser mãe. Fora ele que a convencera a não desistir de sua vida. E ela seria eternamente grata por isso.

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Uma noite em vão 18 de out de 2011 / 17:33
Joana já tinha perdido tudo a essa altura: Casa, família, amigos, emprego, dignidade..
A única coisa que lhe restava, era a vida, sem significado nenhum, mas ainda era uma vida.
Era Terça-Feira à noite e Joana se arrumava pra sair pra noitada, como já era de costume. Carla e Rita já a estavam esperando em frente ao seu prédio há um tempo e daí resolveram ligar, pra saber se tinha acontecido algo com Joana, mas a mesma disse que já estava descendo.
A noitada das meninas foi bem divertida. Muita músicas, paqueras, danças e etc. O problema é que Joana nunca foi boa em conter seus impulsos e, ao conhecer mais duas meninas -Clara e Luane- Joana não sabia que seu futuro estava sendo comprometido a partir dali.
Já era quase duas horas da manhã quando Clara cogitou a hipótese de usar drogas. Luane aceitou, claro! Joana ficou com o pé atrás, mas, no embalo da noite divertida e bastante alcoolizada, acabou aceitando.
Saíram dali e foram pro carro da Luane, lá usaram quantas drogas quiseram e, quando Joana já estava bem fora de si, Clara saiu e trouxe mais dois homens com ela -Eduardo e Marcus - que por sua vez abusaram da incapacidade da Joana de se defender sem pena nenhuma e a estupraram.

Enquanto isso, Carla e Rita procuravam Joana por todos os cantos, mas não a achavam, elas estavam indo embora quando encontraram Joana jogada na calçada, sangrando e sem uma parte de sua roupa.
Carla, sempre muito emotiva, começou a chorar enquanto Rita queria saber o que aconteceu e tentava levantar Joana.
Ao auge de sua embriagues, Joana maltratou muito suas duas amigas e pediu que elas não se metessem nas sua vida. Muito chateadas, as duas foram embora e deixaram Joana lá. Realmente era melhor não contradizer, Joana estava transtornada. Assim Joana perdeu seus amigos.
No dia seguinte, ao chegar no trabalho, o que aconteceu com Joana já era notícia. Todos souberam do que houve e o patrão de Joana a demitiu..Não queria uma drogada trabalhando pra ele. E assim Joana perdeu seu emprego.
Sem emprego, Joana começou a vender as coisas de sua casa pra poder comer e usar drogas, até que vendeu a própria casa. E assim Joana perdeu sua casa.
Claro que a família de Joana ficou muito abalada com tudo, tentaram colocá-la em clínicas de reabilitação, mas nada a ajudava. O problema de Joana já não era mais só as drogas. Desde que perdeu suas amigas - que eram seu bem mais precioso - Joana perdeu a vontade de viver, morreu ali.
Cansados de tanto tentar e não obter resultado algum, seus familiares a deixaram viver como queria, ou como podia. Sua tia, Ciça, a deixou apenas morar com ela, num quartinho de hospedes. Por pena. E assim Joana perdeu sua família.
Sua tia Ciça saia todos os Sábados pela manhã pra fazer compras e sempre que chegava em casa, Joana estava lá, triste e completamente só com seus pensamentos sentada em algum canto do quarto. Mas, houve um Sábado muito diferente dos outros, onde a tia da Joana chegou em casa e encontrou apenas um bilhete.
"Tia, muito obrigada por ter me acolhido mas eu já desisti de mim mesma e, por consequência, pedi pra que a morte me acolhesse e entendesse que eu não quero mais viver assim. Você foi magnífica, mas eu só agi errado. Por favor, tome muito cuidado com os lugares que seus filhos frequentam. Um noite pode acabar com uma vida inteira. Joana."
Não muito longe dali, o corpo de Joana foi encontrado nas margens de um rio. Exames mostraram que Joana se matou enforcada.

Moral: É claro que devemos nos divertir e vivermos plenamente, mas com moderação. Um noite com drogas, sexo e muita diversão pode ser muito prazerosa, mas só naquela noite. E o resto da sua vida?


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Verdade... 15 de out de 2011 / 12:21
Mayara, onde chegava atraia atenção de todos, não por sua beleza, nem pelo seu jeito tão único de ser, ela carregava consigo uma coisa tão boa como se fosse uma onde de felicidade, uma coisa que fazia qualquer dor passar, uma coisa de mãe e era por isso que todos os sortudos que eram amigos dela a chamavam de Mamãe May e ela adorava, sentia que poderia proteger tudo e qualquer um. Caira muito na vida e de tanto cair aprendeu um jeito de cair onde a dor era evitada e por saber tais truques ela passava segurança. Sabia aconselhar como ninguém, queria ser psicóloga para passar essa coisa positiva não só para seus amigos mas para pessoas que realmente necessitavam de esperança em seus corações, Mayara era do tipo de menina diferente, talvez seja por isso que o amor resolveu a atacar, para provar a todos que ele tem um poder que poderia atingir até a pessoa mais forte, até mesmo Mayara. Ela era do tipo que amava intensamente... seu amigos, nunca tinha se apaixonado e nem queria isso, "o amor mata o que tem por dentro e só ele pra trazer a vida de volta e não estou disposta a me perder outra vez", mas aí apareceu um garoto que todos chamavam de Tico que fez ela mudar todos os conceitos, pensamentos e quando percebeu estava perdidamente louca por Tico. Chegaram a namorar por 11 meses e faltando uma semana para completarem um ano Tico se foi deixando muita dor em seu lugar e a forte Mayara se sentiu tão mal, tão inútil que pensou que tinha perdido toda sua essência... Os dias passaram, May foi superando, conhecendo gente nova, repondo sua vibe até que conheceu Rafael, um menino que a fez tão bem mesmo conversando só por msn e por mensagens de texto. Mesmo Rafael sendo um ótimo menino, Tico ainda balança demais a Mayara, mas ela não se importa, como anteriormente dito, ela aprendeu a cair e com isso aprendeu a mentir para si mesma para se sentir melhor enquanto a mentira não é real. Vocês acham que o fim da história da Mayara é essa? Ah, se enganam, nem ela mesmo sabe, até porque, a história de Mayara é que nem sua felicidade, mesmo com momentos ruins é inesgotável, surpreendente.

-x-

Bem gente, a moral da história é que mesmo se o mundo te der motivos para desistir de continuar você deve levantar, e mostrar a todos a força que você tem e mostrar que sua história não tem final, tem pausa para retornar cada vez melhor e não deve mostrar porque deve explicações ao mundo, é para deixar bem claro que você vale tanto mas tanto que mostra pra todos o que você sabe. Acima de qualquer coisa ame a si mesmo e a Deus pois são duas "coisas" que você nunca perderá. :D


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Carol, Anabella e Nilson / 00:44


Eu percebi que meu conto de fadas da infância tinha acabado e que o pesadelo da minha adolescência estava apenas começando.

Um dia antes do meu primeiro dia na nova escola, coloquei meu relógio pra despertar, mas ele não despertou, só consegui acordar porque minha mãe gritou meu nome como uma histérica e me deu um baita susto.

Com os olhos ainda embaçados de sono, levantei da cama bambeando e tropecei no Rabicho, um lindo poodle que ganhei de presente da minha mãe no Natal do ano passado. Por algum motivo doido, ela achava que eu tinha problemas psicológicos por não ter um irmão.

Embora o berro da minha mãe tivesse me acordado, isso ainda me custou um atraso. Eu tinha a opção de usar calça jeans ou saia colegial com a blusa da escola, mas, por ser meu primeiro dia e eu ainda não conhecer ninguém, optei pela calça. Peguei meu material às pressas e entrei no ônibus do colégio, notei que todos me olhavam com uma cara estranha, mas como isso sempre acontecia deixei pra lá.

Entrei no colégio e dei de cara com meus dois melhores amigos de infância: Anabella e Nilson. Ainda perplexa pelo fato de eles terem guardado segredo sobre a escola que estudariam, dei um abraço um tanto quanto frio nos dois.

Nilson olhou constrangido pra mim, não entendi o motivo e Anabela, como sempre, não foi nada discreta. Dando uma gargalhada inevitável, olhou pra mim e disse:

- Você não notou que a sua blusa tá do lado avesso?

- Não, ela tá?

- É claro, ninguém te disse isso até agora?

- Não, mas bem que umas pessoas me olharam estranho. Achei que era só o meu cabelo despenteado de novo.

- Não é a toa que te chamo de cabeça de vento. Lembra quando você foi pra escola na 3ª série com uma calçinha na cabeça achando que era uma tiara?

- Já falei pra você esquecer isso! E... Ah! A calçinha tinha um laçinho, dava pra confundi-la facilmente com uma tiara.

Nilson nos olhava boquiaberto, com certeza querendo saber se aquilo era verdade.

Anabella olhou para o Nilson e disse:

- Nilson, pára de olhar pra gente com essa cara de quem acabou de descobrir que o Rick Martin é gay.

- Tá bom, tá bom... Mas, oh Carolina, esse lance da calcinha foi verdade?

-Vamos esquecer essa história! Alem disso o sinal já tocou e temos de ir para a aula, não vai querer chegar atrasado à sua primeira aula de Química, afinal de contas essa é a sua matéria favorita, não é?

-Ai meu Deus! Já havia me esquecido completamente disso. Vamos logo!

E nós três seguimos juntos pra aula.

Quando entramos, nos sentamos e a professora começou a se apresentar. Dei uma olhada na minha turma pra ver o que me esperava durante todo o ano.

Logo de cara, vi um menino um pouco estranho que tinha um raio desenhado de canetinha na testa e usava um óculo fundo de garrafa. Ele olhava pra professora e fazia um gesto circular com a varinha de goiaba que tinha na mão, parecia que ele estava tentando enfeitiçá-la!

Achei que isso era coisa da minha cabeça, já que não considerava que adolescentes de 14 anos ainda tentassem enfeitiçar um professor.


- Ana, olha aquele garoto ali, não parece estranho?

- Ele é estranho mesmo, ou está que tá pirando na batatinha!

A professora brigou comigo e com a Anabella por causa da conversa paralela, mas é claro que eu não podia ter deixado de comentar com minha “Best” um absurdo desse.

Um desafio foi lançado no quadro e quem conseguisse resolvê-lo, em 20 minutos, ganharia meio ponto em cima da nota do teste.

Passado esse tempo, só o Nilson tinha conseguido resolver, porém, não queria ir ao quadro e sabendo que eu era péssima em Química, sugeriu que eu pegasse seu caderno e fosse em seu lugar!

- Nilson, eu não vou! Isso não é justo!

- Ora, Carol, eu não vou precisar desse agradinho da professora, vá em frente!

- Tá bom, mas só porque você está insistindo.

Mais que rapidamente peguei o caderno e fui pra o quadro resolver o desafio. Quando terminei fui me sentar, a professora deu uma olha e disse que estava correto, “é claro que estava, foi o Nilson quem fez!”

Anabella me olhou sem acreditar no que vira, ela me conhece melhor que ninguém e sabe que, sozinha, eu não resolveria aquele desafio. Tive sorte de ela ter se distraído com um gatinho que avistou na turma e ter esquecido de comentar isso alto.

Enfim o sinal tocou, estava na hora do intervalo e Ana, como nunca deixa nada passar, foi até o menino estranho pra fazer seu famoso interrogatório.

- Ei, menino! Você como uma varinha na mão...

-Eu?

- Sim, tem mais alguém aqui uma varinha na mão?

- O que você quer?Eu nem te conheço.

- Relaxa, só quero conversar! Qual é o seu nome?

- Meu nome é Harry.

Percebi que minha amiga fez certa força pra conter o riso.

-Harry... Harry Potter?

- Sim!

Nessa hora ela não conseguiu se conter e deu uma gargalhada.

- Como vão Hermione e o Ron?

- Vão muito bem, obrigado! Mas, se você me chamou só pra me zombar, já vou indo!

- Calma Harry! Eu quero um autógrafo. Nunca imaginei estudar na mesma escola que o bruxo mais famoso do mundo.

- Ok! Paciência tem limite. Tchau.

- Por que você não usa um feitiço para aparatar e chegar mais rápido na cantina?

Dessa vez, até eu ri junto , embora achasse que ela estava sendo muito sarcástica. Mas fazer o que? Afinal, era da Belinha que estávamos falando.

O recreio foi tranquilo e Harry se esquivou de nós durante todo o dia, coitado. Anabella resolveu sentar perto do menino que achou gatinho que conseguiu roubar um beijo dele. Minha amiga sempre foi excelente nisso. Mas não, ela não chegou a namorar com ele.

Alguns anos se passaram e , quando já estávamos no 3º ano, Harry resolveu se aproximar de nós de novo porque, segundo ele, já tinha um pensamento mais maduro e achava engraçado o episódio do pátio. Nilson se declarou pra mim e eu amei. Estamos namorando e muito felizes. Se ele soubesse que esse tempo eu também esperava por ele, tinha se declaro antes.

--------------------------- x

Queridos, dei essa volta na história só pra descontrair mas, a real intenção é mostrar que algumas coisas não podem ser tão levadas a sério senão a vida passa e a gente não vê. Outra coisa é o amor, um sentimento tão bonito... Se você ama alguém, expresse-se! Só há duas opções: Ou dá certo, ou dá errado. Se der certo, ótimo. Se der errado, bola pra frente, o mundo tá aí, cheio de gente nova pra se conhecer :)

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Apresentação + Historia Curta / 00:05
Olá, Pessoal aqui quem falar é um ser nada normal quase pensão que não sou humano pois é.
Eu sou Parede Harper e serei umas das pessoas que deixará vocês todos delirando no cogumelo
por conta das minhas historias que irei contar aqui realmente aqui é uma arvore cheia de sonhos
e acho que querendo ou não as nossas historias serão afetadas pelos nossos sentimentos e
passaram para cá onde vocês iram ler nossos sentimentos traduzidos em historias,rs-
bem por enquanto é isso e logo abaixo vocês iram ler minha primeira historia curta para vocês
espero que gostem minhas historias curtas sempre trará algum tipo de mensagens para passar
para vocês então é isso e lá vamos nós, fui.


Mínimos Detalhes

Raphael passava por algumas dificuldade a algum tempo e os seus problemas estavam aumentando ela estava desempregado com problemas financeiros e tinha sofrido uma 
decepção amorosa, e mesmo com esse monte de problemas Raphael era firme lutava
muito pelo que ele querida tinha muita fé que a sua vida ira  mudar e iria encontrar
seu grande amor, aquela que iria fazer ele feliz por toda uma vida. 

-Antes de mais um dia cansativo que iria vir de correr atrás de emprego Raphael se ajoelhou e começou a rezar.

Deus, eu peço muita sua ajudar eu preciso de um emprego para pagar minha faculdade e colocar comida dentro da minha casa e quero que o senhor tire da minha cabeça aquela que me fez sofrer tanto por que sozinho eu sei que não irei conseguir, por favor Deus me ajude como tem feito todo esse tempo,Obrigado e Boa Noite, Pai.

-Logo após ter terminado de rezar Raphael foi dormir, mas sem perceber já era novamente dia, e já era horário de ficar de pé e seu despertador começa a  tocar e ele logo acorda.

já esta na hora de acorda? tenho que me levantar vamos lá para mais um dia de guerra e luta hoje eu irei conseguir o meu emprego tenho certeza aquele anuncio que eu vi e perfeito aquela função eu tenho bastante experiência aquele cargo e meu dará certinho para as despesas e para continuar pagando minha faculdade.

- Raphael, logo se levantar se arruma faz uma breve reza antes de tomar seu café rapidamente e já se prepara para sair, faz mas uma reza antes de sair de sua casa e logo sai as presas para o ponto de ônibus, Raphael pega essa condução bem mais que lotada como era o de costume ficar esmagado dentro da condução todos os dias, um tempo já tinha passado o tempo virá e logo depois começa uma chuva bem forte por causa da chuva começa a ter trânsito e Raphael só chega ao local da entrevista uma hora depois do agendado, ele desce do ônibus no meio da chuva e corre para o edifício onde estava marcado a entrevista chegando lá a chuva para e  ele olha bem é vê que tem umas setes mulheres em sua frente para entrevista de emprego, Raphael senta para esperar e vê que tem varias moças bonitas para entrevista e pensou ele que não seria escolhido então ele se levanta e vai embora e começa a reclamar.

Por quer ? por quer, eu nunca consigo meu objetivos será que e tão difícil assim o senhor que ajudar Deus ? será que o senhor não me enxergar ? sou invisível ! ?

- Um menino para em frente a Raphael com um cesta cheia de rosas vermelhas e lhe entrega uma rosa vermelha feita de papel e desejou a Raphael sorte no amor, Raphael com raiva reclama mais.

Isso é ironia do destino só pode ser sorte no amor? nunca tive isso e acho que nunca vou ter.

- Raphael vai para o ponto de ônibus e lá pega um ônibus e ainda murmurando entra e senta e logo depois dele entra uma linda jovem sorridente escutando musica, a jovem olha para Raphael e dá um sorriso abobalhado, Raphael olha para a menina que estava a sorrir e pega a rosa que ele estava na mão amassa e joga pela janela do ônibus, a menina vira para o outro lado e não olha mas para Raphael, as horas passam e Raphael chega em casa e chegando em casa ele vai para seu quarto se joga na cama e começa a reclamar com Deus novamente.

eu pedi algo demais ? um emprego ! fazer eu esquecer aquela que fez eu sofrer tanto, você me manda um lugar onde eu não iria conseguir emprego e faz um menino me dá uma rosa só pode estar rindo do meu sofrimento nesta hora.

- Raphael deitado em sua cama pega o seu travesseiro e colocar em seu rosto e logo começa a chorar, e ele houve uma voz falando com ele e logo se assusta pois sabia que só ele tem a chave da casa.

quem esta ai ? quem é ? apareça !

Raphael sou eu Deus o seu criador, não coloque a culpa nas pessoas pelas suas atitudes Raphael.

Como não ? a culpa foi minha de ter acontecido tudo isso hoje ? depois de eu tanto sofrer no passado.

Raphael, eu te conheço por completo, sei pelo oquê você passou meu filho, você queria um emprego, o emprego de qual você desistiu hoje era seu eu guardei para você ! ninguém iria tomar aquele emprego se você não tivesse desistido por causa que achou que não conseguiria, o jovem te deu a rosa aquela rosa você entregaria para o amor a sua vida que entrou logo atrás de você no seu ônibus e você oquê fez? jogou a rosa fora pela janela do ônibus ! filho tudo oquê aconteceu hoje foi decisão sua, eu lhe mostrei o caminho mas você não o seguiu.

- Raphael em meio ao seu choro se ajoelha começa a rezar e pede perdão para Deus por te falado tudo oquê ele tinha dito mais cedo, e logo perceber o erro que cometeu ao falar daquele jeito com Deus, culpado Ele de algo que Ele não era culpado, Raphael se arrependeu de tudo que disse e vai dormir, escutando Deus falar .

Filho, você esta perdoado.

FIM

Então pessoal não deixa os detalhes da vida de vocês passarem despercebidos essa foi minha historia curta da semana espero que tenham todos gostado fiquem com Deus, e não esqueçam de clica logo ali em cima em comments e deixa seu comentário, valeu ? Obrigado.

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Love you, know I’ll fight for you
I left the porch light on for you
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